NÃO DEIXEMOS QUE TRIUNFEM AS NULIDADES
- ADVÍNCULA NOBRE
- 17 de out. de 2019
- 7 min de leitura

WAGNER "PERSONA NON GRATA" REWAY - FOTO DIVULGAÇÃO
NÃO DEIXEMOS QUE TRIUNFEM AS NULIDADES
Iniciamos o nosso calvário na Série A e falo em termos de arbitragens, na terceira rodada, precisamente no dia 5 de maio de 2019 quando enfrentamos no Rio de Janeiro o Botafogo e fomos derrotados por 1 x 0 e naquele jogo a arbitragem errou grotescamente contra o Tricolor.
Na primeira rodada, em jogo realizado no dia 28 de abril
na Arena Palmeiras, fomos derrotados pelo Palmeiras por 4 x 0 e não fizemos qualquer censura à arbitragem, fato ou situação que comprova e prova que só nos queixamos, peremptoriamente, quando estamos embasados e assoberbados de razão não sendo, pois, “choro de perdedor”.
Temos defendido a tese de que o VAR, ou o “vídeo de ajuste de conduta”, que assim denomino por permitir que a arbitragem reveja e corrija os seus erros, é infalível, isto porque as imagens são imutáveis e têm a nitidez necessária que permite que os lances sejam analisados sem desvios de focos.
Fiel à essa linha de raciocínio defendemos a premissa de que as falhas são originadas de quem manipula as imagens e daqueles que as consulta para embasar a decisão final a respeito de lances mais difíceis, que fogem à percepção do olho humano.
A respeito daquela derrota para o Botafogo e em decorrência do erro perpetrado contra o Tricolor, que custaram 3 pontos, na minha modesta coluna do dia 6 de maio escrevi essas duas laudas:
“A pergunta que não quer calar, no entanto, com relação à arbitragem é uma só: Para que serve o VAR, ou o árbitro de vídeo, para usarmos o português que tanto amamos, ou essa “última flor do Lácio, inculta e bela”, como dizia Olavo Bilac no seu poema Língua Portuguesa?
O VAR detectou a penalidade cometida sobre o Wellington Paulista, que foi empurrado acintosamente pelo zagueiro dentro da área e o árbitro, por seu livre arbítrio não marcou. A conclusão a que chegamos é a de que o VAR, diante de um árbitro caseiro não vale nada e era bem melhor que não tivera, pois lhe falta autonomia”.
E quem era o árbitro naquela ocasião? Pasmem! Wagner Reway, um mato-grossense a serviço da federação paraibana, desqualificado e traidor que, chamado para observar o lance pelo árbitro de vídeo, Leandro Pedro Vuaden ignorou a verdade contida nas imagens e não marcou a penalidade contra o Botafogo, recomendada pelo VAR.
Ontem, após cinco minutos passados do lance o operador de VAR, não por coincidência Wagner Reway, chamou o árbitro, no que foi atendido prontamente, para marcar uma penalidade controversa, num lance em que o nosso zagueiro, o Quintero, subiu de costas com o Rodrigo Caio, que o cargueou e cabeceou a bola no seu braço.
Ressalte-se que o lance surgiu depois de uma cobrança repetida de escanteio, originado de uma marcação errada do Paulo Roberto Alves Junior, reclamada com veemência pelos jogadores tricolores, aos quais ele não deu ouvidos.
Ao que tudo indica esse árbitro veio de encomenda para nos roubar, vez que, no lance do segundo gol, havia duas bolas em campo, uma dentro da pequena área, jogada pela torcida do Flamengo, provavelmente com o fito de atrapalhar a nossa defesa e a segunda em jogo e no alto, que originou a cabeçada do atacante flamenguista.
A coisa foi tão feia e gritante que um atacante do Flamengo, de forma sorrateira, em pleno andamento do lance, procurando disfarçar, mas as imagens delataram, chutou a segunda bola para a linha de fundo.
Em razão dessa irregularidade, se tivéssemos um arbitro de campo e um árbitro de VAR imparciais o jogo teria que ser paralisado. E por que será que o Reway não chamou o árbitro de campo para ver o lance?
O atacante do Fortaleza, num contra-ataque rápido partiu célere em direção à área do Flamengo, praticamente sem ter ninguém à sua frente, afora o goleiro, e foi aterrado pelo defensor, por trás, em falta para cartão e como já tinha um amarelo teria que ser expulso.
O árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Júnior, agiu como administrador dos interesses do Flamengo e não mostrou o cartão. Tivesse expulsado o jogador o time carioca ficaria com um a menos e a história da partida poderia ter sido outra.
Ocorre que por todos esses erros, pelas faltas claras cometidas em jogadores do Fortaleza e não assinaladas, temos tudo para avaliar que esse árbitro veio de “caso pensado”.
Esse mesmo raciocínio vale para o Reway, mato-grossense a serviço do futebol da Paraíba, que desonra o nome e a integridade dos nordestinos, que ao nos prejudicar contra o Botafogo, poderia ser uma casualidade, mas ao repetir o achaque de forma vergonhosa nos dar o direito de conjeturar que esteja a soldo e a serviço de alguém.
Muita coincidência: Dois erros contra o Fortaleza e ambos a favor de clubes do Rio. Ocorre que se pesquisarem um pouco mais sobre as suas atuações, próprias de um pechilingue, ou de um tunante, verão que outros clubes têm reclamados dos seus “erros” e coincidentemente sempre a favor dos grandes.
Temos que falar, que representar, que reclamar, pois não podemos ser coniventes com erros e com atos desonestos. Não podemos nos acomodar diante da corrupção e da delinquência, pois se assim fizermos “triunfarão as nulidades”, como dizia Ruy Barbosa.
Por hoje c’est fini.
Iniciamos o nosso calvário na Série A e falo em termos de arbitragens, na terceira rodada, precisamente no dia 05 de maio de 2019, quando enfrentamos no Rio de Janeiro o Botafogo e fomos derrotados por 1 x 0 e naquele jogo a arbitragem errou grotescamente contra o Tricolor.
Na primeira rodada, em jogo realizado no dia 28 de abril na Arena Palmeiras, formos derrotados pelo Palmeiras por 4 x 0 e não fizemos qualquer censura à arbitragem, fato ou situação que comprova e prova que só nos queixamos, peremptoriamente, quando estamos embasados e assoberbados de razão não sendo, pois, “choro de perdedor”.
Temos defendido a tese de que o VAR, ou o “vídeo de ajuste de conduta”, que assim denomino por permitir que a arbitragem reveja e corrija os seus erros, é infalível, isto porque as imagens são imutáveis e têm a nitidez necessária que permitem que os lances sejam analisados sem desvios de focos.
Fiel à essa linha de raciocínio defendemos a premissa de que as falhas são oriundas de quem manipula as imagens e daqueles que as consulta para embasar a decisão final a respeito de lances mais difíceis, que fogem à percepção do olho humano.
A respeito daquela derrota para o Botafogo e em decorrência do erro perpetrado contra o Tricolor, que custaram 3 pontos, na minha modesta coluna do dia 6 de maio escrevi essas duas laudas:
“A pergunta que não quer calar, no entanto, com relação à arbitragem é uma só: Para que serve o VAR, ou o árbitro de vídeo, para usarmos o português que tanto amamos, ou essa “última flor do Lácio, inculta e bela”, como dizia Olavo Bilac no seu poema Língua Portuguesa?
O VAR detectou a penalidade cometida sobre o Wellington Paulista, que foi empurrado acintosamente pelo zagueiro dentro da área e o árbitro, por seu livre arbítrio não marcou. A conclusão a que chegamos é a de que o VAR, diante de um árbitro caseiro não vale nada e era bem melhor que não tivera, pois lhe falta autonomia”.
E quem era o árbitro naquela ocasião? Pasmem! Wagner Reway, um mato-grossense a serviço do futebol da paraibano, desqualificado e traidor, que chamado para observar o lance pelo árbitro de vídeo, Leandro Pedro Vuaden ignorou a verdade contida nas imagens e não marcou a penalidade contra o Botafogo, recomendada pelo VAR.
Ontem, após cinco minutos passados do lance o operador de VAR, não por coincidência Wagner Reway, chamou o árbitro, no que foi atendido prontamente, para marcar uma penalidade controversa, num lance em que o nosso zagueiro, o Quintero, subiu de costa com o Rodrigo Caio, que o cargueou e cabeceou a bola no seu braço.
Ressalte-se que o lance surgiu depois de uma cobrança repetida de escanteio, originado de uma marcação errada do Paulo Roberto Alves Junior, que veio de encomenda para nos roubar, visto que, no lance do segundo gol, havia duas bolas em campo, uma na pequena área e na grama, jogada pela torcida do Flamengo e outro no alto que originou a cabeçada do atacante flamenguista.
A coisa foi tão feia e gritante que um atacante do Flamengo, de forma disfarçada, em pleno andamento do lance, de forma disfarçada, chutou a segunda bola para a linha de fundo. Em razão dessa irregularidade, se tivéssemos um arbitro de campo e um árbitro de VAR imparciais, o jogo teria que ser paralisado. E por que será que o Reway não chamou o árbitro de campo?
O atacante do Fortaleza, num contra-ataque rápido partiu célere em direção à área do Flamengo, praticamente sem ter ninguém à sua frente, afora o goleiro e foi aterrado pelo defensor, por trás, em falta de cartão e como já tinha um amarelo teria que ser expulso.
O árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Júnior, agiu como administrador dos interesses do Flamengo e não mostrou o cartão. Tivesse expulsado o jogador o time carioca ficaria com um a menos e a história da partida poderia ter sido outra. Ocorre que por todos esses erros, pelas faltas claras cometidas em jogadores do Fortaleza e não assinaladas, temos tudo para avaliar que esse árbitro veio de caso pensado.
Esse mesmo raciocínio vale para o Reway, nordestino e paraibano que desonra as nossas cores, que ao nos prejudicar contra o Botafogo, poderia ser uma casualidade, mas ao repetir o achaque de forma vergonhosa nos dar o deito de conjeturar que esteja a soldo e a serviço de alguém.
Muita coincidência: Dois erros contra o Fortaleza e ambos a favor de clubes do Rio. Ocorre que se pesquisarem um pouco mais sobre as suas atuações, próprias de um pechilingue, ou de um tunante, verão que outros clubes têm reclamados dos seus “erros” e coincidentemente sempre a favor dos grandes.
Temos que falar, que representar, que reclamar, pois não podemos ser coniventes com erros e com atos desonestos. Não podemos nos acomodar diante da corrupção e da delinquência, pois se assim fizermos “triunfarão as nulidades”, como dizia Ruy Barbosa.
Por hoje c’est fini.
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