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SÉRGIO PINHEIRO PARTE PARA OUTRA DIMENSÃO

  • 5 de jan. de 2019
  • 1 min de leitura


Nesse ensejo nos solidarizamos com a família do Sérgio Pinheiro, em função da sua passagem para outra dimensão. Entre 1976 e 1980, quando exercia o cargo de subgerente do Banco Itaú de Teresina, o Sérgio era um dos meus cientes, com quem mantinha amizade, e de quem perdi o contato após ser transferido para Pau dos Ferros no Rio Grande do Norte e, posteriormente para a Paraíba.


Á época Sérgio Pinheiro era um conceituado comentarista esportivo da Rádio e TV Clube de Teresina e muito respeitado nos meios esportivos piauienses e, não obstante as nossas diferenças clubísticas, ele Ceará e eu Fortaleza, sempre nos demos bem.


Enquanto profissional do rádio e televisão, na função de comentarista, pode ser alinhado e reputado como um dos melhores do nosso futebol e do futebol brasileiro, estando no patamar de grandes analistas, como Paulino Rocha, Cid Carvalho e José Santana, para citarmos apenas alguns ícones da análise esportiva.


Rogamos a Deus que dê forças à família enlutada para que, apoiada na Fé possa enfrentar a dor desta grande perda, ao passo que rogamos ao Pai Celestial que perdoe os seus eventuais pecados e o receba com um cortejo de anjos!


Rogamos, ainda, que possa contá-lo entre os justos, para que, lembrando Isaias, “venha a receber com alegria os sinais do seu livramento”. Nossas mais profundas condolências à família enlutada e a nossa Esperança de que o Sérgio Pinheiro leve o que semeou com Amor, como cabedal, com o qual se apresentará diante do Pai.


À DEMAIN!


 
 
 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.

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