TOQUE DE LETRA
- 29 de jun. de 2018
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TOQUE DE LETRA

Consoante os especialistas o Fortaleza tem um leve favoritismo diante do Paysandu e acredito que os problemas tricolores, no tocante à esta análise, não estão sendo levados em consideração, donde se depreende que que esse prognóstico se embasa no desempenho dos dois times nessas doze primeiras rodadas.
Enquanto o Tricolor é o primeiro colocado, com 26 pontos o Paysandu é o oitavo posicionado, com 17 e 9 a menos do que o nosso Leão do Pici, o Parque dos Campeonatos, um diferença considerável, que evidencia mais ainda o seu declínio, se atentarmos para o fato de que o mesmo já esteve no G-4.
O problema reside no fato de que existe uma espécie de estigma ou de sina, não só com relação ao Fortaleza, mas aos nossos clubes que, geralmente, não conseguem bons resultados contra equipes em situação crítica. Poderíamos citar vários exemplos, mas a derrota para o Oeste acredito, seja conclusiva.
O Paysandu vem nessa situação, pelo fato de que, nas últimas cinco rodadas conquistou apenas uma vitória, cedeu dois empates e sofreu duas derrotas, uma delas acachapante, de 4 x 1 pata o Criciúma, somando apenas 5 pontos em 15 possíveis e apresentando um percentual de desempenho de 33,33%.
O Fortaleza, em que pese a derrota inesperada para o Oeste, apresenta nas últimas cinco partidas, um desempenho relativamente bom de 66,66%, concernente a 3 vitórias, 1 empate e 1 derrota. O seu rendimento é precisamente o dobro da produtividade do seu oponente.
Pelos números temos que concordar com os analistas que cravam o Fortaleza como o favorito, com 40,1% de chances de sair vencedor e isso é um refrigério para nós e um motivo para depositarmos mais confiança no nosso time, enquanto torcedores.
Enquanto analistas, entretanto, somos da opinião de que o Fortaleza terá que se acercar de todos os cuidados, pois todo jogo tem a sua história e, ademais, enfrentará um adversário sequioso pela reabilitação. Para esse importante confronto todo o cuidado será pouco para não repetirmos o Oeste.
O que nos tranquiliza é que os atletas estão cônscios das suas responsabilidades e acreditando piamente que os substitutos darão conta do recado, até porque vêm treinando juntos e têm ciência plena da esquematização tática e dos objetivos traçados pelos Rogério Ceni, conforme declarou o jogador Dodô:
"Nesse momento, a gente tem que valorizar o grupo, confiar em quem vai ter oportunidade, ajudar quem vai ter oportunidade. Tenho certeza que, no nosso grupo, todo mundo confia em todo mundo e quem entrar vai dar conta do recado". Que bom que existe essa coesão.
À demain!





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