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DIAGNÓSTICO DA SÉRIE B: CAMPEONATO EQUILIBRADO.

  • 24 de abr. de 2018
  • 3 min de leitura


Terminada a segunda rodada, e hoje já se inicia a terceira, a conclusão a que chegamos é a de que temos um campeonato dos mais equilibrados, confirmando as minhas previsões em colunas anteriores. Foram 20 jogos, em que, ao contrário da Série A, não aconteceu nenhuma goleada.


Para efeito de cotejamento observamos que na Série A, o Atlético (PR) bateu a Chapecoense por 5 x 1, o Corinthians venceu o Paraná por 4 x 0 e o América (MG) superou o Sport por 3 x 0, enquanto que na Série B, também nas duas rodadas, o placar mais dilatado foi de 2 x 0, que se repetiu nos embates Oeste x CRB, Sampaio x Coritiba, Fortaleza x Boa Esporte, Guarani x Sampaio Corrêa e Figueirense x Goiás, que representam 25% dos 20 jogos realizados.


A supremacia, em 75% foi dos mandantes e sempre por placares com apenas um gol de diferença. As vitórias dos visitantes, em número de cinco, aconteceram em um percentual de 25% nos jogos Paysandu 1 x 0 Ponte Preta, Fortaleza 2 x 0 Boa Esporte, Figueirense 2 x 0 Goiás, Vila Nova 1 x 0 CRB e Ponte preta 1 x 0 Criciúma.


Fortaleza, Figueirense, Paysandu e Vila Nova, compõem o G-4 e apresentam 100% de aproveitamento nas duas primeiras rodadas, sendo que Fortaleza e Figueirense estão iguais em tudo, 2 vitórias, 3 gols de saldo e 4 gols marcados. O Fortaleza leva vantagem por ter recebido menos cartões amarelos.


Do mesmo modo, com 6 pontos, 2 vitórias, mas com apenas 2 gols de saldo estão Paysandu e Vila Nova e, pelos mesmos critérios, o Paysandu está à frente na tabela. Os cartões amarelos estão fazendo a diferença, o que é muito bom para o futebol, vez que funcionam como inibidores da violência.


Os artilheiros da competição, todos com 2 gols são Tito, do Atlético Goianiense; Michel Douglas do CSA; Eder Sciola do Brasil de Pelotas e Bruno Lopes do Oeste. A curiosidade e o inusitado fica por conta do Éder Sciola, que não é atacante e sim lateral direito.


No Z-4, em duas rodadas, estão Criciúma, Goiás, CRB e Boa Esporte, que ainda não pontuaram. Desses quatro, pelo menos três estão aqueles que, consoante os experts, brigariam pelo acesso: Criciúma, Goiás e CRB, que não começaram muito bem, descontando-se apenas o fato de que o campeonato está apenas começando.


A terceira rodada se iniciará nesta terça-feira com dois jogos: Atlético Goianiense x Guarani e Fortaleza x CRB. Atlético e Guarani têm a mesma pontuação, 3 pontos, contudo, em função dos critérios de desempate o Guarani está na sétima posição e o time goiano na nona.


O Fortaleza é o líder com 6 pontos e o CRB é décimo nono com 0 pontos, mas nem por isso um adversário não menos perigoso, que está investindo em contrações e que que virá para enfrentar o Fortaleza pensando na reabilitação. Diria que é um jogo de risco para o Tricolor.


O Fortaleza ainda não poderá contar com o Roger Carvalho e o Adalberto, na minha ótica a zaga titular, mas poderá ter o retorno do Marcelo Boeck, de cuja ausência a torcida tem se ressentido muitíssimo.


O Matheus Inácio é um bom goleiro, mas indubitavelmente o Boeck, pela empatia que exerce junto à torcida, passa mais confiança. Desejamos-lhe um bom retorno. O Rogério deverá manter o mesmo time que enfrentou o Boa, a exceção do Matheus Inácio.


Boeck; Tinga, Jussani, Ligger e Bruno Melo; Derley, Jean Patrick e Dodô; Edinho, Gustavo e Osvaldo. A volta do Boeck é natural, de modo que o Rogério Ceni não pode ser acusado de não repetir o time e nem o sistema tático. Está repetindo e a equipe já tem uma nova cara.


Por hoje c’est fini.


 
 
 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.

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