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TORCIDA TRICOLOR: A HORA É DE JUNTAR AS MÃOS.

  • 12 de abr. de 2018
  • 3 min de leitura


O Fortaleza está se preparando para fazer a sua rentrée na Série B, após oito anos de ausência e a expectativa da torcida é que faça uma boa estreia e para que volte a ser aquele time quase imbatível, em qualquer das divisões, quando atuando nos seus domínios.


O que se espera da torcida é o apoio total que, aliás sempre foi dado, tanto é que o Fortaleza se mantém na oitava posição no ranking de presença de púbico neste ano, no Brasil, sendo a união importante para que o elenco se sinta apoiado e estimulado a conseguir grandes conquistas.


Doravante restou ao Fortaleza, evidentemente que após garantir o calendário para 2019, um dos méritos desse elenco e do treinador, lutar pela sua principal meta, que passa pela busca incessante da ascensão à Série A, sonho maior da sua torcida no ano do seu Centenário.


A consecução desse objetivo fará com que o Fortaleza volte a ser ainda mais admirado e respeitado no cenário futebolístico nacional, como um dos clubes detentores de campanhas memoráveis, impulsionado por essa torcida admirada no Brasil inteiro.


O Fortaleza, para tanto terá que ousar, não podendo mais ter como projeto o de apenas permanecer na Série B, isto porque em função da sua história e da força dessa torcida, manter-se na Série B já é uma obrigação. É lógico que o primeiro passo tem que ser o de garantir a permanência, mas o objetivo principal deve ser o de galgar o topo.


Temos que tentar conquistar a Via Láctea, pois se não conseguirmos, lembrando um pensamento bem conhecido, ganharemos pelo menos as estrelas. No nosso ponto de vista o Fortaleza tem que pensar para o alto.


Tenho afirmado no Fala Leão e essa é a minha filosofia que, “quem sonha para o alto, para o alto se destina” e vou mais além para dizer que “quem pensa pequeno jamais será grande”.


As conquistas, no entanto, não vêm como num passe de mágica ou num golpe de sorte. É necessário que sejam frutos de um planejamento bem elaborado, exequível e compatível com os recursos humanos, materiais e financeiros do clube.


Não podemos correr o risco de repetir 2010, em que o Tricolor foi tetracampeão, mas as suas finanças ficaram combalidas ao ponto de não restar nem um time para colocar em campo. Ainda por cima ficou com o ônus de cerca de 42 ações trabalhistas. Não estou caçando bruxas, mas apenas dando um grito de alerta.


O clube evoluiu muito financeiramente, as finanças foram recuperadas, aumentaram as fontes de renda, especialmente com o aporte do sócio torcedor, mas ainda há um longo caminho a percorrer, cujos abrolhos serão menores se entrelaçarmos as mãos e nos mantivermos unidos.


O projeto do Fortaleza não é particular e privado e apenas da sua diretoria, é um projeto coletivo e de todos nós. O Rogério não conseguiu o título, chegando ao final do campeonato com dúvidas e com lacunas no elenco, mas fracasso também é coletivo, como seria a conquista do título.


O nosso treinador vem sendo impiedosamente criticado por não repetir um time, pelas experiências, constantes e pela falta de um sistema tático permanente. Não tenho procuração para defende-o, aliás não privo da sua amizade pessoal e nem o conheço pessoalmente, contudo defendo a premissa de que não lhe restava outra alternativa, pois o laboratório para conhecer o potencial dos seus atletas, inquestionavelmente, teria que ser o Campeonato Cearense.


Vai agora para uma competição maior e de maiores exigências e fica claro e cristalino que mesmo terá que chegar a uma onzena definida, pelo menos no seu arcabouço e a um padrão tático determinado, posto que se assim não for as suas experiências terão malogrado.


Temos que começar a reescrever a nossa história e para que seja escrita com vários matizes, juntos teremos que que buscar as melhores gradações. A hora não é de separar, mas de juntar as mãos para produzirmos uma bela pintura, uma obra prima.


O Ceni e o elenco, precisam de tranquilidade para trabalhar e como tricolores que somos temos que semear a paz e não plantar a discórdia, que só interessa ao inimigo. Gostem ou não gostem da minha exultação à concórdia, mas não há outro caminho.


Por hoje c’est fini.












 
 
 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.

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