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GUSTAVO: TRÊS PRÊMIOS

  • 10 de abr. de 2018
  • 3 min de leitura

GUSTAVO - O MAIS LAUREADO



Estava assistindo uma entrevista com o pai do Arthur elogiando o filho, que mal começou e já foi entronizado e afirmo não tenho nada com isso, mas conjeturo que esses reinado é prematuro, posto que o jovem atleta ainda tem uma grande légua tirana pela frente. Tecia elogios ao filho, em parte acredito merecidos, afirmando queeste é um bom garoto e tem um excelente caráter.


Na questão do caráter, ou da má formação, considerando que o homem que o homem é produto do meio, tenho as minhas restrições, pois um garoto que mal está começando, pela segunda vez adota uma postura que não condiz com a de um bom profissional, de conduta irreparável e ilibada.


No primeiro ato, apareceu nas redes sociais oferecendo, em tom de mofa, os dois gols assinalados contra o Uniclinic ao Gustavo e como segundo ato, continuando a representação, quando do primeiro gol do Ceará, foi desafiar e insultar a nossa torcida.


O pai tem que ensiná-lo a ganhar, pois só quem sabe ganhar aprende a absorver e digerir as derrotas que, com certeza acontecerão, inevitavelmente, na sua carreira. O seu desafio à Nação Tricolor poderia ter originado um tumulto e uma confusão generalizada, pondo em risco torcedores dos dois clubes.


O seu genitor, além de ter que repreendê-lo, há que ensiná-lo a ser mais ético e mais respeitoso, até porque no Ceará não aprenderá isso jamais, e não falo em função de uma paixão clubística desenfreada e incontrolável, mas embasado em um pronunciamento do seu presidente, em vídeo que circula nas redes sociais, em que aquele mandatário, desprovido de qualquer fleuma e ética, debocha do Fortaleza. Um mau exemplo e uma instigação à violência.



Ontem o Sistema Verdes Mares, assim como outros grupos de comunicação o farão, escolheu e premiou os melhores do campeonato, cuja seleção ficou assim constituída: Everson, Tinga, Luiz Otávio, Regineudo e Bruno Melo; Dim, Richardson e Wallace; Edson Cariús, Arthur Cabral e Gustavo Henrique.


Uma seleção que pode ter alguns nomes contestados, acredito que poucos, mas que no meu entendimento não está fora de rumo. O Boeck poderia perfeitamente ser o goleiro, até porque, mais exigido do que o Everson, mostrou todos os predicados que enriquecem a carreira e pateteiam a capacidade de um grande goleiro, sem falar que foi o goleiro menos vazado. É inegável que os dois são excelentes goleiros.


O sistema tático é o 4-3-3, que foi o mais utilizado pelo nosso rival no campeonato e o treinador é o Chamusca, nada demais uma vez que se o Rogério Ceni tivesse vencido o campeonato seria, indubitavelmente um forte candidato.


Evidentemente que o direito de escolher e de opinar é inalienável, de modo que não podemos criticar ostensivamente os responsáveis por essa escolha, contudo, eleger o César Magalhães como o melhor árbitro do futebol cearense, me parece que é uma escolha que, por si só, decreta, de certa forma, a falência do nosso departamento de árbitros.


Não tenho certeza, mas tenho a impressão que o aludido árbitro, que respeitamos enquanto ser humano e cidadão, esteve envolvido num erro grosseiro no jogo entre Ceará e Uniclinic, em que uma bola chutada a meia distância pelo Time da Precabura ultrapassou em cerca de meio metro a linha do gol, cujo tento que não foi validado.


Contra o Fortaleza, não tenho dúvidas, foram três erros que nos prejudicaram sensivelmente: A bola ao chão que não seguiu a tramitação normal e que originou o primeiro gol do rival; a expulsão precipitada do Gustavo e a não expulsão do centroavante Helton em lance mais violenta do que a do Gustavo, posto que o jogador Bruno Melo foi aterrado pelo mesmo por trás.


Na seleção aparecem quatro jogadores do Ceará: Everson, Luiz Otávio, Richardson e Arthur. O Floresta concorreu também com quatro: Regineudo, Dim, Wallace e Edson Cariús e o Fortaleza contribuiu com três: Tinga, Bruno Melo e Gustavo.


O Gustavo foi o jogador mais laureado da competição, sendo agraciado com três prêmios: Artilheiro, Craque do Campeonato e Craque da Galera. Completando ainda a lista dos tricolores laureados o ex-jogador Clodoaldo recebeu o Troféu Pedro Basílio, grande zagueiro que, similarmente ao homenageado, teve passagem pelo nosso rival, mas tem raízes e identidade tricolores.


Por hoje c’est fini.






 
 
 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.

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