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A DECISÃO DO CEARENSE AINDA ESTÁ EM ABERTO

  • 6 de abr. de 2018
  • 3 min de leitura

APOIAMOS O ROGÉRIO CENI NESTA BATALHA


Começamos por afiançar que no Fortaleza está tudo bem e que a união é a marca registrada em todos os setores do clube, desse o funcionário mais humilde, ao mais graduado, passando pela diretoria, comissão técnica e torcida.


Quem pensar e disser o contrário está redondamente enganado, até porque esse é o momento em que todos devemos nos irmanar em torno desse objetivo comum a todos nós, a conquista do título estadual mais importante da história tricolor, o do Centenário.


O Fortaleza tem problemas de ordem média que não sabemos ainda se foram debelados, que atingiram jogadores importantes, cujas ausências, no primeiro jogo quebraram a espinha dorsal do time.


Na defesa tivemos a ausência do Adalberto, titular absoluto e com o agravante de que o substituto, o Ligger não fez uma boa partida. Além do mais, tanto ele quanto o Jussani, negligenciaram na marcação, ensejando que o rival marcasse dois gols, que poderiam ser evitados. Águas passadas, no entanto, não movem moinhos.


Na frente o substituto do Edinho, que vem a cada dia se firmando na posição, foi o Leo Natel, que fez grandes partidas logo que chegou ao clube, mas que vem caindo de produção assustadoramente.


O Leonan, por sua vez, vem sendo utilizado pelo Rogério Ceni e, sempre que é acionado, principalmente no decorrer das partidas, tem tido boas atuações, constituindo-se no décimo segundo jogador do Rogério Ceni, razão porque pode ser rotulado como um desfalque importante.


O Jean Patrick pouco jogou, de modo que não há como avaliar os efeitos da sua ausência, contudo, foi contratado para dar mais estabilidade ao meio campo, donde se depreende que poderia ter sido muito útil.


Ademais, jogadores que foram contratados por terem tidos em 2017 grandes atuações pelo Vila Nova (GO), não estão conseguindo render o esperado, casos do Alan Mineiro e do Alípio, principalmente deste, que teve muitas oportunidades, mas ainda não correspondeu.


Fizemos esse preâmbulo para patentear as dificuldades do Rogério Ceni, principalmente no primeiro jogo do da decisão, em que, com todos esses desfalques e problemas, teve que tirar leite de pedra.


Reconheço que sacar o Derley, que vinha tendo boas atuações não foi uma grande sacada, até porque o Igor Henrique não é um meia de ofício não resolvendo, pois, os problemas de criação, ou da articulação das jogadas.


Temos que compreender que nem sempre é possível acertar em todas as nossas estratégias. Na nossa vida particular, por vezes pomos em prática planejamentos que julgamos infalíveis e de vez em quando damos com os burros n’água.


No futebol não é diferente. O treinador arma um esquema tático, confia nos jogadores que irão executá-los, mas nem todos dão a resposta devida e esperada. Acredito piamente que o Rogério Ceni vai rever os seus conceitos para a próxima partida, até porque o rival já entra em campo com o título na mão.


Para tanto terá que escalar um time mais ofensivo, embora tendo que se acercar dos cuidados defensivos necessários, objetivando evitar surpresas desagradáveis, visto que o nosso rival tem um ataque dos mais eficientes.


Não acredito que venha no 3-5-2. Na minha ótica o Rogério entrará com dois meias e dois atacantes, um dos meias mais à frente para dialogar com o ataque e outro um pouco mais recuado, para dar suporte ao setor de contenção e mais velocidade na saída de bola.


Lembramos apenas que o momento não é de desespero. O rival está com um bom handicap, o empate, mas o Fortaleza se sagrará campeão, conforme acentuamos, como uma vitória simples.


Não concordo com os que afirmam que o Fortaleza é ruim, tendo em vista que em pontos tem a melhor campanha em todo as fases, somou 36 contra 35 do rival.


O Ceará tem um ataque arrasador, 41 gols contra 35 do Fortaleza, enquanto o Tricolor tem a melhor defesa, 15 gols contra 21. A diferença em favor do Ceará, de 6 gols corresponde exatamente à goleada que o mesmo aplicou no Uniclinic. Coincidentemente a defesa do Ceará sofreu 6 gols a mais do que a do Tricolor.


O que é certo é que uma disputa, como se diz popularmente, só termina quando acaba de modo que o título ainda está em aberto, uma vez que a história tem nos mostrado prodigamente que num clássico ninguém pode, antecipada e precipitadamente, se arvorar de ser o vencedor.


As condições são favoráveis ao rival, vez que o departamento médico do Tricolor assemelha-se a um estaleiro, ademais o Rogério Ceni, por diversos fatores, ainda não encontrou o ponto do doce. Não obstante tudo isso, confiamos no Fortaleza, que tem por tradição superar todas as vicissitudes e desta feita, com a graça de Deus, não será diferente. Tricolores, até a vitória!


Por hoje c’est fini.











 
 
 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.

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