SÉRIE C - EVOLUÇÃO DOS CLUBES NO RETURNO
- 8 de ago. de 2017
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GRUPO a - CLUBES QUE MAIS EVOLUÍRAM NO RETURNO
Terminada a décima terceira rodada o cenário está praticamente igual ao da rodada anterior, vez que as equipes do G-4 mantiveram as suas posições, não houve alteração no Z-4 e o Salgueiro e o Cuiabá confirmaram as suas trajetórias ascendentes. A única mudança aconteceu com relação ao Botafogo (PB) que, na etapa anterior se encontrava entre as equipes que lutavam por vaga no grupo de classificação e a partir desta etapa briga para se livrar do descenso.
É evidente que dos quatro clubes que lutam para não cair o Botafogo (PB), pela caminhada que terá pela frente, em que recebe os seus companheiros de infortúnio em casa, tem amplas possibilidades de se manter na competição e de até voltar a brigar por um lugar no G-4, mas, para tanto terá que vencer os seus concorrentes, como anfitrião, Moto, Confiança e ASA. Fora de casa pega dois pesos pesados, Remo e Sampaio.
Na virada da montanha, que aconteceu a partir da décima rodada, a primeira do returno, alguns times mantiveram a regularidade, uns evoluíram e outros decaíram. O Clube que mais evoluiu foi o Salgueiro que, nas quatro rodadas do returno, sofreu apenas uma derrota, por sinal para o Fortaleza, e conquistou três vitórias, somando nove pontos.
O segundo clube que mais evoluiu no Grupo A foi o Fortaleza que, em quatro rodadas do returno conquistou duas vitórias e dois empates, somando oito pontos. Alguns comentaristas fazem restrições e críticas ao Tricolor, que no meu ponto de vista são precipitadas, vez que os números mostram que a equipe vem em ascensão.
O terceiro clube que mais evolucionou foi o Sampaio Corrêa, que obteve sete pontos resultantes de duas vitórias e um empate. Em quarto lugar vem o CSA e Remo, que somaram seis pontos, provenientes de uma vitória e três empates. Consideramos que qualitativamente o Remo seja o quarto, isto porque veio de uma trajetória mais difícil, enquanto o CSA se encontrava na zona de conforto e por isso cai para quinto colocado.
Vemos desse modo que, a exceção do Salgueiro, que nas primeiras rodadas se encontrava na zona de degola e que experimentou um progresso extraordinário no returno, os clubes do G-4 foram o que mais progrediram. Quem mais caiu foi o Botafogo (PB) que, em quatro rodadas, amargou quatro derrotas.
No Grupo B, de onde sairá o adversário do Fortaleza nos jogos eliminatórios, quatro clubes tiveram o mesmo grau de evolução, Botafogo (SP), São Bento, Tupy (MG) e Joinville, que somaram sete pontos, oriundos de uma vitória e três empates. Os que menos evolucionaram foram Macaé e Mogi Mirim, que conquistaram apenas dois pontos.
Pelo parâmetro de grau de dificuldade, o mesmo que utilizamos para o Grupo A, com relação a Remo e CSA, consideramos que o Joinville, que veio de trás na tabela, é o primeiro no quesito evolução. Em seguida vêm Tupy, São Bento e Botafogo (SP), este desde o início na zona de conforto e sempre em primeiro lugar.
Na zona de descenso, no Grupo A, o time que mais progrediu foi o Moto Club, que somou quatro pontos, provenientes de uma vitória e um empate. Em segundo vem o Confiança, com três pontos, relativos a três empates. O terceiro foi o ASA, com um ponto e o quarto foi o Botafogo, com zero ponto e que vem descendo a ladeira nas últimas seis etapas, sem nenhum triunfo. Esses quatro, por enquanto, não podem nem sonhar com o andar de cima, primeiro têm que livrar a própria pele.
No Grupo B, dos clubes que lutam entre si para não cair, Bragantino, Macaé e Mogi Mirim, o Bragantino é o que mais progrediu, com cinco pontos, originários de uma vitória e dois empates. Em segundo lugar e empatados com dois pontos temos o Macaé e o Mogi Mirim, originários de dois empates.
São dados significativos que nos mostram claramente que os times do andar superior estão mantendo uma regularidade constante e positiva, enquanto os da zona de descenso não conseguem alçar voo. Em se mantendo esses dados e essas tendências o prenúncio é o de que, na reta final da primeira fase, teremos pouquíssimas alterações na tabela.
Por hoje c’est fini.





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